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As Limitações do Ego: A Forja da Alma

“As limitações que a vida, o destino e a nossa própria alma nos trazem são ferramentas para nos ensinar sobre as nossas próprias limitações: aquelas que herdamos através de gerações passadas, aquelas que nos impomos e que são compulsórias – como forma de aprendizado e forja da personalidade, do caráter e do espírito – e aquelas que de fato podem nos manter prisioneiros de condições, padrões e crenças.

Essas últimas, conseguimos compreender e transcender quando tivermos clareza e consciência das duas primeiras. Isso porque todas estão interconectadas, ligadas por fios além do tempo.

Para acessa-las conscientemente, precisaremos aprender a nos deslocar além do tempo humano, com o intuito de saber como elas atuam em nós, no corpo físico, no mental e no emocional. Da mesma forma, como elas são capazes de afetar também o nosso espírito.

Estar além do tempo humano não significa fora dele, mas sim além, no tempo da alma: um momentum que envolve a nossa entrega não mental; a entrega onde nada pode perturbar, onde há o silêncio, o breu da noite e a paz que precede o amanhecer – a clareza que advém com a consciência.

Para o ego, essa entrega poderá parecer uma grande limitação e aprisionamento, já que para ele precisamos estar sempre ocupados – a mente exige a ocupação constante – quando na verdade os diálogos no tempo da alma acontecem no silêncio, num espaço onde não há ocupações ou pré-ocupações.

Para conhecermos as nossas limitações e sermos capazes de modificá-las, transformá-las em algo útil para a nossa jornada de crescimento, não basta usarmos de teoria, de práticas meramente mentais, com frases e comandos prontos.

Se assim fazemos, atuando apenas desta forma e por esse meio, permanecemos na superfície do ser, no mental dito ainda inferior. Ir além desse mental inferior é ir além do tempo humano, é alcançar o silêncio que reside no mental superior e, portanto, a entrega.

Essa jornada de encontro com a entrega total pode ser longa. Vamos precisar nos trabalhar muito, aprendendo a burlar camadas e camadas de pensamentos e ocupações da mente inferior. Mas, como tudo requer treino, aqui não seria diferente. Junto desse treinamento interior vem o plantio das sementes de paciência, de humildade, de fé e compaixão para conosco. 

Quando essa etapa da entrega total é alcançada, jamais poderá ser esquecida, à semelhança de quando aprendemos a andar de bicicleta sem o apoio das rodinhas. Nosso corpo e nossas células terão registrado esse aprendizado e, com ele, aprenderemos a encontrar novas formas de diálogo no tempo da alma.

Automaticamente, abriremos nossa visão para enxergarmos, de forma diferente, novas possibilidades no tempo humano, antes não vistas pelas limitações impostas pela vida, compulsórias pelo destino ou determinadas pela alma.”

Mensagem de ©Yehuá & Uma Guardiã da Vida – Por Luciane Strähuber

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