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Decreto de Reprogramação: Recebendo e Inspirando a Vida!

Inspirada por minhas jornadas de vida e de trabalho, em alguns princípios da constelação familiar, da terapêutica sistêmica e da psicologia cognitiva positiva, dedico este decreto a todos os que buscam, precisam e merecem. Ele pode ser lido em voz alta, num momento em que você não seja interrompido(a), como forma de reprogramação interior para mudança de hábitos e crenças ou padrões de pensamento e comportamento limitantes.

Pode ser utilizado também para aqueles que possuem problemas respiratórios – com origem em traumas ou bloqueios emocionais envolvendo fatos ocorridos na fase intra-uterina, na infância e/ou relacionados aos pais biológicos. Nesse caso, à medida que o decreto for sendo lido em voz alta, o movimento de respiração consciente é importantíssimo para ir desbloqueando e equilibrando.

Mais do que reprogramar a mente, ressignificar o passado a partir da presença no agora leva tempo. Não temos como prever uma data específica, colocá-la na agenda, pois cada um leva o tempo necessário e possui a sua própria forma de reagir ao processo. Para alguns, o objetivo é conquistado à médio prazo, para outros pode levar boa parte da vida dependendo de quão profundas foram as experiências traumáticas ou o propósito para mudar.

A questão principal é a de que vamos recebendo chaves que se encaixam nas fechaduras das portas ainda fechadas. E isso se dá a partir desse processo de ressignificação interior. Até o momento em que essa chave gira e a porta se abre, revelando caminhos para o recebimento de novas chaves e à abertura de novas portas que habitam nosso subconsciente e inconsciente.

Os decretos são ferramentas auxiliares para reprogramar o subconsciente, criando imagens interiores positivas a fim de melhorar alguma condição física, psicossomática ou emocional. Para muitas pessoas, à semelhança de quando atingimos um estado de meditação profundo, tem ótimos resultados quando feito por no mínimo um mês, tendo como acompanhamento um processo terapêutico personalizado através de um profissional habilitado.

Pode ser feito mesmo na falta dos pais, seja pelo fato de já terem falecido, por estarem inconscientes devido a alguma disfunção mental ou doença, seja pela sua ausência emocional ou dificuldade do filho(a) em receber deles a energia de vida para progredir e prosperar. O importante é sempre e invariavelmente a sua intenção clara e sincera: a ponte que conecta mente e coração! Respire, inspire, seja grato(a) pela Vida que você recebeu e recebe todos os dias, ao acordar e ao adormecer! Que essas palavras ressoem fundo nas suas raízes, no seu ser, no seu coração. Namaste! ❤

“Eu aceito e recebo a Vida que recebi dos meus pais.

Eu aceito e recebo a Vida, sua força e energia

em cada átomo, célula, órgão, glândula e sistema do meu corpo.

Eu inspiro a Vida que recebi de minha mãe. 

Eu inspiro a Vida que recebi de meu pai.

Eu nutro corpo, mente e emocional com a Vida que recebi, 

me movendo em direção ao progresso

através no norte da alma e da bússola do coração.

Eu sigo em direção aos movimentos de Vida, 

para onde a força, a vitalidade e a saúde se movem. 

Eu me movo para onde os fluxos de energia,

de força e vitalidade existem, se multiplicam e se perpetuam.

Eu respiro profundamente, levando este movimento de Vida, de força, 

de vitalidade e progresso para dentro do meu corpo e de todos os níveis do meu ser.

Eu respiro profundamente e levo esta força de Vida para o passado, o presente e o futuro,

para todos os lugares e recantos interiores que ainda, porventura,

estejam obscuros e requeiram a luz da minha consciência.

No movimento de inspirar a força dessa Vida,

solto, libero, desapego e deixo ir tudo o que não serve mais,

tudo o que não ressoa mais com o meu momento de transformação e mudança no agora.

Me desidentifico, à cada passo em direção à Vida, de tudo o que é do outro, 

do passado já velho demais para se manter vivo,

dos antigos casulos de mortes vividas,

da velha paz de cemitério – tão diferente da paz da alma,

de tudo o que por lealdade invisível me trava, me bloqueia e me sabota.

Olho para a vida, assim como para a morte, com olhos de verdade,

olhos que vêem a verdade além da verdade que se apresenta na superfície:

aquela que só encontramos nas raízes de nós mesmos 

quando em sintonia e entrega no tempo da alma, trilhando o caminho do coração.

Olho para minhas mortes interiores com compaixão, ternura e gratidão,

assim como quando se olha para o mito da mulher-esqueleto, 

que guarda um coração aquecido pela vida conquistada dentro do peito.

Por mais doloridas, difíceis e desafiadoras que tenham sido, 

essas mortes nos ensinam sobre a medicina da mariposa:

aquela que voa sob um céu estrelado e morre sete vezes 

até renascer de uma metamorfose inimaginavelmente bela e transformadora.

São esse ciclos, partes da energia da criação,

que nos permitem crescer e desenvolver, desabrochar e florescer,

conhecer e compreender nossas luzes e sombras.

Olho para a Vida assim como contemplo a força de uma cachoeira, 

a beleza de uma flor multicolorida que desabrocha, 

o calor e a magnanimidade do sol no horizonte, 

e só vejo à minha frete um caminho iluminado pela Luz da Alma e da consciência

no ontem, no agora e no amanhã. 

Me mantenho presente neste caminho todos os dias, ao acordar e ao adormecer. 

Respiro, inspiro, me nutro desta Vida que recebo todos os dias:

da Natureza, de minha mãe e de meu pai, com profunda gratidão e honra.

Honro todos os meus antepassados e ancestrais de outras tribos 

que aqui estiveram e seguiram pelos caminhos da paz – a paz que gera vida,

pelos trilhos do amor que nos reaviva a fé, a confiança e a alegria de viver,

pela união que vibra o Bem de todos os envolvidos no meu campo criacional. 

Respiro, inspiro, me nutro desta energia vital para continuar minha jornada evolutiva,

criando e co-criando as sementes de amor que aqui vim deixar e semear em terras férteis,

e nas terras inférteis transformar para seus códigos de luz deixar.

Me liberto das asas de pedra que herdei

e me abro para receber as asas da minha alma: 

leves e luminosas, fortes e vitais, impermeáveis e intocáveis

por qualquer magia humana distorcida, desarmônica ou dissonante. 

Com elas, vôo para onde meu ser já vive a paz da alma,

gerando e recebendo Vida constante!

Nesses vôos, aprendi que é preciso conhecer as próprias sombras,

passar pela dor das próprias mortes – a noite da alma –

para perder os nossos medos, conhecer os nossos limites,

iluminar as nossas raízes ainda distantes da consciência, 

compreendendo e encerrando os pactos e lealdades inconscientes

que ainda nos puxam ou carregam nossa vitalidade para o passado.  

Respiro, inspiro e expiro, e nesse movimento infinito em direção à Vida, 

à consciência que se expande à cada aprendizado,  

à perpetuação dos ciclos de vida-morte-vida da criação,

sigo em direção à maestria do meu ser,

à cada passo no caminho da evolução do ser humano,

que aqui encarnado vive o Dharma em meio ao Carma com um objetivo:

evoluir sempre como parte de um Todo perfeitamente imperfeito!”

Mensagem de ©YEHUÁ – Por Luciane Strähuber (Todos os Direitos reservados)

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